Os brinquedos são de grande importância para o desenvolvimento e a educação da criança por propiciar o desenvolvimento simbólico, estimular a sua imaginação, a sua capacidade de raciocínio e a sua auto-estima. Podem ser utilizados em tratamento psicoterapêutico na Ludoterapia, com crianças com problemas emocionais causados por fatores variados, ou que apresentam distúrbios de comportamento ou baixo rendimento escolar. Carrinhos em miniatura, bonecas, bolas, ursos de pelúcia, ioiôs e figuras de super heróis, são exemplos de brinquedos. O ato de brincar em si, geralmente não exige um brinquedo, que seja um objeto tangível, pode acontecer como jogos simbólicos (faz-de-conta).
Um brinquedo é um objeto ou uma atividade lúdica, voltada única e especialmente para o lazer , e geralmente associada a crianças, também usada por vezes para descrever objetos com a mesma finalidade, voltada para adultos. Na pedagogia, um brinquedo é qualquer objeto que a criança possa usar no ato de brincar. Alguns brinquedos permitem às crianças divertirem-se enquanto, ao mesmo tempo, as ensinam sobre um dado assunto. Brinquedos muitas vezes ajudam no desenvolvimento da vida social da criança, especialmente aquelas usadas em jogos cooperativos. Desde os tempos antigos que os brinquedos tiveram um importante papel na vida das crianças. Por milhares de anos crianças brincaram com brinquedos dos mais variados tipos. Bolinhas de gude foram usadas por crianças no continente africano há milhares de anos. Na Grécia Antiga e no Império Romano, brinquedos comuns eram barquinhos e espadas de madeira, entre os meninos, e bonecas entre as meninas. Durante a Idade Média, os fantoches eram brinquedos muito comuns entre as crianças. Até o final do século XIX, a maioria dos brinquedos era fabricada em casa, ou fabricada artesanalmente. Atualmente, a grande maioria dos brinquedos é fabricada em massa, e comercializada. A partir da segunda metade do século XX, vários países criaram leis que proíbem a venda de brinquedos considerados perigosos - por exemplo, por conterem materiais tóxicos ou partes que se soltam facilmente - ou que não possuem claros avisos - por exemplo, não recomendado para menores de três anos de idade por conter materiais que podem ser engolidos pela criança. Tais leis também dão ao governo o direito de recolher do mercado todos os produtos que não atendem às especificações necessárias.
Os brinquedos mais comuns para bebês entre zero a doze meses são brinquedos musicais simples e móbiles, ou brinquedos de berço, objetos que ficam pendurados sob o berço do bebê. Estes brinquedos estimulam a coordenação motora, a visão e a audição do bebê. Após o primeiro ano de vida, blocos que podem ser encaixados entre si e animais de pelúcia também passam a interessar o bebê. Um espelho resistente ajuda estas crianças a reconhecerem-se a si mesmas. Outros brinquedos incluem, pequenos e simples quebra-cabeças e livros ilustrados. Bonecas passam a atrair a atenção das crianças por volta do segundo ano de vida.
Entre os dois aos seis anos de idade, a criança torna-se mais interessada em explorar o mundo à sua volta. A partir do sexto ano de vida, os brinquedos começam a fazer parte de brincadeiras mais elaboradas e/ou "faz-de-conta". Ao brincar com bonecas, as crianças fazem de conta que são pais, e fazem uso de vários artifícios de brinquedo - carrinhos e berços, por exemplo. Bonecos de ação - robôs, super-heróis e vilões - ainda interessam crianças até por volta do décimo ano de vida. À medida que a criança cresce, ela pode participar em jogos mais elaborados - como quebra cabeças mais complicados ou jogos de tabuleiro, por exemplo. Por volta do décimo ano de vida, muitas crianças interessam-se por brinquedos muito elaborados que ensinam à criança paciência e dedicação.
Vários pré-adolescentes perdem interesse em todo tipo de brinquedo infantil após o décimo segundo ano de vida; outros são influenciados por um dado tipo de brinquedo quando crianças, a tal ponto que esta pessoa passa a manter um hobby relacionado com esse brinquedo quando adulto, Na ludoterapia os brinquedos são utilizados como importantes facilitadores de processos de transferências, através dos quais ocorre a dinâmica terapêutica gerando a solução e eficácia de muitos problemas, em especial os de origem psico-sócio-emocionais.
(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).
30.9.09
Neuropsicologia
A neuropsicologia e a análise do comportamento compartilham diversas características, mas talvez a principal seja a de que as duas áreas se preocupam em compreender o comportamento humano.
A neuropsicologia busca compreender a relação entre o cérebro e o comportamento,enquanto a análise do comportamento procura compreender quais variáveis estão envolvidas na ocorrência e manutenção de certo comportamento.
A reabilitação neuropsicológica exige uma participação ativa e um envolvimento do cliente. Além disso, tanto a reabilitação neuropsicológica como a psicoterapia de abordagem comportamental são intervenções com objetivos claramente definidos e explicitados ao cliente e, geralmente, têm duração limitada, embora nem sempre isso ocorra, pois depende das queixas apresentadas, do desempenho individual do cliente durante o programa e da relação terapêutica.
Apesar de já haver uma vertente da neuropsicologia que estuda a aplicação dos procedimentos comportamentais na reabilitação neuropsicológica, os estudos não costumam ressaltar esse fato.
Estudos mais recentes são difíceis de ser encontrados e, especificamente no Brasil, parece não haver dados sobre essa aplicação na neuropsicologia. Isso pode ser um reflexo do desconhecimento dos profissionais de neuropsicologia sobre a existência dessa vertente, ou pode ainda refletir os preconceitos a que a análise do comportamento tem sido sujeita, o que impediria a aplicação sistemática de procedimentos comportamentais na neuropsicologia. Pode também indicar que os procedimentos comportamentais são empregados nos programas de reabilitação, porém sem que os profissionais se dêem conta disso.
Descrições de estudos sobre o emprego de procedimentos comportamentais na reabilitação neuropsicológica devem ser observados às intervenções comportamentais examinando seis categorias de comportamento-alvo:_ comportamento social inadequado, atenção e motivação, falta de crítica sobre os próprios déficits: memória, linguagem e fala e distúrbios motores. Vale ressaltar que os estudos selecionados se referem às décadas de 1960, 1970 e 1980, não oferecendo dados mais recentes.
É importante enfatizar que a análise do comportamento não se resume à mera aplicação cega de técnicas comportamentais. Ela está fundamentada na análise funcional, mais ampla e que possibilita uma compreensão global do cliente e de suas queixas.
É somente por intermédio dessa compreensão que o profissional poderá selecionar os procedimentos mais adequados para o cliente.
A neuropsicologia busca compreender a relação entre o cérebro e o comportamento,enquanto a análise do comportamento procura compreender quais variáveis estão envolvidas na ocorrência e manutenção de certo comportamento.
A reabilitação neuropsicológica exige uma participação ativa e um envolvimento do cliente. Além disso, tanto a reabilitação neuropsicológica como a psicoterapia de abordagem comportamental são intervenções com objetivos claramente definidos e explicitados ao cliente e, geralmente, têm duração limitada, embora nem sempre isso ocorra, pois depende das queixas apresentadas, do desempenho individual do cliente durante o programa e da relação terapêutica.
Apesar de já haver uma vertente da neuropsicologia que estuda a aplicação dos procedimentos comportamentais na reabilitação neuropsicológica, os estudos não costumam ressaltar esse fato.
Estudos mais recentes são difíceis de ser encontrados e, especificamente no Brasil, parece não haver dados sobre essa aplicação na neuropsicologia. Isso pode ser um reflexo do desconhecimento dos profissionais de neuropsicologia sobre a existência dessa vertente, ou pode ainda refletir os preconceitos a que a análise do comportamento tem sido sujeita, o que impediria a aplicação sistemática de procedimentos comportamentais na neuropsicologia. Pode também indicar que os procedimentos comportamentais são empregados nos programas de reabilitação, porém sem que os profissionais se dêem conta disso.
Descrições de estudos sobre o emprego de procedimentos comportamentais na reabilitação neuropsicológica devem ser observados às intervenções comportamentais examinando seis categorias de comportamento-alvo:_ comportamento social inadequado, atenção e motivação, falta de crítica sobre os próprios déficits: memória, linguagem e fala e distúrbios motores. Vale ressaltar que os estudos selecionados se referem às décadas de 1960, 1970 e 1980, não oferecendo dados mais recentes.
É importante enfatizar que a análise do comportamento não se resume à mera aplicação cega de técnicas comportamentais. Ela está fundamentada na análise funcional, mais ampla e que possibilita uma compreensão global do cliente e de suas queixas.
É somente por intermédio dessa compreensão que o profissional poderá selecionar os procedimentos mais adequados para o cliente.
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